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sábado, 29 de outubro de 2011

LIVROS 25 E 26


CINCO ANOS DE MINHA VIDA
A HISTÓRIA DE UM INOCENTE EM GUANTÁNAMO
     
      Preso sem explicação no Paquistão em outubro de 2001, Murat Kurnaz foi vendido para os militares norte-americanos. O clima era de medo. Os EUA buscavam culpados pelos atentados de 11 de Setembro. Sem nenhuma acusação formal, o jovem turco-alemão foi então levado para o campo de prisioneiros de Guantánamo, em Cuba. E, mesmo tendo sido considerado inocente, passou cinco anos preso em condições abomináveis. Cinco Anos de Minha Vida é o relato comovente e revoltante do período em que Murat Kurnaz viveu sob regime de terror em poder dos norte-americanos. Conheça toda a verdade sobre um capítulo da história que os poderosos insistem em esconder.

Autores: Murat Kurnaz e Helmut Kuhn.
Número de Páginas: 308.
Editora: Planeta.


DIÁRIO DE GUANTÁNAMO
OS DETENTOS E AS HISTÓRIAS QUE ELES ME CONTARAM

      Descendente de pais afegãos, a americana Mahvish R. Khan foi aceita como intérprete de supostos terroristas na prisão de Guantánamo, em Cuba. Khan entrou inesperadamente em contato com os homens que Donald Rumsfeld chamou de "os piores dos piores".Determinada a preservar o direito a um julgamento justo, a autora revela a cruel realidade daquele lugar onde a tortura e a humilhação são procedimentos padrão nas interrogações dos prisioneiros em busca de confissões e acusações, muitas vezes, infundadas. Um depoimento impressionante sobre como o sentimento de ódio e vingança pode cegar toda uma nação.

Autora: Mahvish Rukhsana Khan.
Número de páginas: 320.
Editora: Larousse. 

Por quê ler? 
Os dois livros se complementam. São duas faces da mesma moeda. O primeiro traz um relato mais pessoal, mais intimista, pois é o depoimento de Murat Kurnaz (turco-alemão), relatado na primeira pessoa, o que ele passou na prisão no campo de Guantánamo. Já o segundo é o relato de uma advogada, Mahvisch Rukhsana Khan (Americana, de pais afegãos) que sensibilizada pelos relatos de alguns detentos,  de certa forma, se transforma em porta-voz deles. São dois olhares convergidos para o mesmo ponto.  É interessante perceber que sutilmente, as duas histórias se encontram, num período atemporal. (Marco Antonio, professor, Guaíra-PR).

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